quinta-feira, abril 29, 2010
quarta-feira, abril 28, 2010
domingo, abril 25, 2010
domingo, abril 18, 2010
Leituras, V
quinta-feira, abril 08, 2010
"A mulher mete-me o pequeno relógio por baixo da pele e começa a ligar as engrenagens às artérias do coração"(p.13)
"Chega a cantar até de manhã, acariciando-me docemente as engrenagens com as pontas dos dedos. "O amor é perigoso para o teu coraçãozinho", repete ela hipnoticamente."(p.21)
"Gostaria de ser uma águia-real ou um alcatraz majestosamente calmo, mas afinal sou um canário stressado, presa dos seus sobressaltos."
"-O teu coração não passa de uma prótese, é mais fraco do que um coração norma e será sempre assim. O mecanismo de um relógio não é como os tecidos, não filtra tão bem as emoções."(p27)
"Estou apaixonado e não sei nada do amor. Então fico furioso, luto comigo próprio e por vezes até tento acelerar ou abrandar o tempo." (p.55)
"- Se tiveres medo de uma avaria, aumentas as hipóteses, justamente, de uma avaria. Vê os acrobatas, por exemplo: achas que eles pensam que vão cair quando andam na corda bamba? Não, aceitam o risco e gozam o prazer que o perigo lhes proporciona. Se passares a vida a ter cuidado para não partires nada, vais-te aborrecer muito, sabes?"
" ...a única maneira (...) que te permite seduzir a mulher dos teus sonhos é justamente usares o teu coração. Não esse em forma de relógio que te puseram à nascença. Estou a falar do verdadeiro, o que está por baixo, de carne e sangue, que vibra." (p.56)
quarta-feira, abril 07, 2010
terça-feira, abril 06, 2010
sábado, março 13, 2010
sexta-feira, março 12, 2010
Cobarde, porque murmuras todo o dia no teu coração a palavra do amor?
Porque falas dela incessantemente,
a toda a hora, a qualquer hora
Excepto quando estás presente em carne e ossso?
Deixa-te disso, homem,
vai ter com ela, e tenta portar-te como se falasses a sério.
Anónimo
Egipto, (1567-1085 a.C.)
quinta-feira, março 04, 2010
o Outono visto pela janela
na casa onde nasci havia sons e cheiros meus
as pessoas que os tinham emprestavam-mos à memória
e eu incluía-os como amigos íntimos
nesta não tem gente
ou se tem não têm cheiro
nem som porque eu não me lembro
gastei toda a memória nas pessoas antigas
e o espaço para as novas é um T1 que fica muito para além do T
onde eu estou sem visitas
fechado à medida de não deixar entrar
preciso do que já foi como do próximo ar para me lembrar que foi bom
eu já fui bom
agora não sei
mas já fui
juro que fui
e quero gastar as únicas energias a fazer manutenção às memórias
p’ra que nenhuma se perca
era pena
é que até a gente que me fez por dentro como a um cofre já não existe
e quero mantê-los ligados à máquina para sempre
e a máquina sou eu
e para sempre sou eu
anda
aconchega-te no mofo do T1
finge que és de antigamente para te dar os beijinhos de quando era pequenino
cheiras à minha avó
à roupa no estendal
à canção do fim dos bonecos
ao banho que está a ficar frio
ao grito do granizo do dia mais longo em que a casa esteve para cair
tu cheiras e sabes ao dia em que a casa esteve para cair
que foi no mesmo dia em que resistiu
como se estivesse ali desde o início dos tempos
domingo, fevereiro 21, 2010
portugal
Lembrar-me-ei de ti assim
aguarela de crepúsculo eterno
e por mais que me queiram
arrancar este abraço
as minhas raízes crescem para ti
dás-me água e terra e voz
e não quero jamais
libertar-me dos teus braços
E se algum dia me vires
a sonhar com outros mares
lembra-me que há céus sem estrelas
e canta-me uma canção ao ouvido
que me faça adormecer no teu colo
sandra cardoso
poema e foto
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
domingo, fevereiro 14, 2010
respirar só se torna aceitável
porque vives em mim
mesmo que por instantes julgues
que não me pertences
não há ninguém que me roube
a certeza de me ver
em cada sorriso teu
mesmo quando sei
que vibras ao sol de outra clave
(por simpatia, dizes tu)
não há ninguém que me roube
a certeza de que vives em mim
sandra cardoso
quinta-feira, dezembro 10, 2009
terça-feira, maio 19, 2009
Leituras IV
Pinto da Silvadomingo, maio 10, 2009
quinta-feira, abril 23, 2009
Lugar
Cecy GNão me peças!
Pede-me que voe contigo para um outro lugar
Onde o sol ilumine versos brancos
E a voz das estrelas me aconchegue nos teus braços
Pede-me, pede-me que vá morar lá
Nessa pedra salgada onde nos levantámos
Pede-me que volte para o meu barco
Eu eu prometo soltar uma vela de versos
Para te guiar até mim...
Não me peças que more aqui,
Por favor,
Não me peças!
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Vidas Minadas
terça-feira, fevereiro 17, 2009
Fragmentos 5
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
Leituras, III
- Quer tirar ao homem ou ao palhaço?
-Ao homem.
Então ele pôs o nariz vermelho na sua cara e sorriu para a objectiva.
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Gervasio Sánchez
Gervasio SánchezDiscurso de Gervasio Sánchez (jornalista e fotógrafo) vencedor do prémio Ortega y Gasset
Estimados miembros del jurado, señoras y señores:Es para mí un gran honor recibir el Premio Ortega y Gasset de Fotografía convocado por El País, diario donde publiqué mis fotos iniciáticas de América Latina en la década de los ochenta y mis mejores trabajos realizados en diferentes conflictos del mundo durante la década de los noventa, muy especialmente las fotografías que tomé durante el cerco de Sarajevo. ….
Quiero dar las gracias a los responsables de Heraldo de Aragón, del Magazine de La Vanguardia y la Cadena Ser por respetar siempre mi trabajo como periodista y permitir que los protagonistas de mis historias, tantas veces seres humanos extraviados en los desaguaderos de la historia, tengan un espacio donde llorar y gritar.No quiero olvidar a las organizaciones humanitarias Intermon Oxfam, Manos Unidas y Médicos Sin Fronteras, la compañía DKV SEGUROS y a mi editor Leopoldo Blume por apoyarme sin fisuras en los últimos doce años y permitir que el proyecto Vidas Minadas al que pertenece la fotografía premiada tenga vida propia y un largo recorrido que puede durar décadas.
Señoras y señores, aunque sólo tengo un hijo natural, Diego Sánchez, puedo decir que como Martín Luther King, el gran soñador afroamericano asesinado hace 40 años, también tengo otros cuatro hijos víctimas de las minas antipersonas: la mozambiqueña Sofia Elface Fumo, a la que ustedes han conocido junto a su hija Alia en la imagen premiada, que concentra todo el dolor de las víctimas, pero también la belleza de la vida y, sobre todo, la incansable lucha por la supervivencia y la dignidad de las víctimas, el camboyano Sokheurm Man, el bosnio Adis Smajic y la pequeña colombiana Mónica Paola Ojeda, que se quedó ciega tras ser víctima de una explosión a los ocho años.Sí, son mis cuatro hijos adoptivos a los que he visto al borde de la muerte, he visto llorar, gritar de dolor, crecer, enamorarse, tener hijos, llegar a la universidad. Les aseguro que no hay nada más bello en el mundo que ver a una víctima de la guerra perseguir la felicidad.
Es verdad que la guerra funde nuestras mentes y nos roba los sueños, como se dice en la película Cuentos de la luna pálida de Kenji Mizoguchi.Es verdad que las armas que circulan por los campos de batalla suelen fabricarse en países desarrollados como el nuestro, que fue un gran exportador de minas en el pasado y que hoy dedica muy poco esfuerzo a la ayuda a las víctimas de la minas y al desminado.
Es verdad que todos los gobiernos españoles desde el inicio de la transición encabezados por los presidentes Adolfo Suarez, Leopoldo Calvo Sotelo, Felipe González, José María Aznar y José Luis Rodríguez Zapatero permitieron y permiten las ventas de armas españolas a países con conflictos internos o guerras abiertas.Es verdad que en la anterior legislatura se ha duplicado la venta de armas españolas al mismo tiempo que el presidente incidía en su mensaje contra la guerra y que hoy fabriquemos cuatro tipos distintos de bombas de racimo cuyo comportamiento en el terreno es similar al de las minas antipersonas.Es verdad que me siento escandalizado cada vez que me topo con armas españolas en los olvidados campos de batalla del tercer mundo y que me avergüenzo de mis representantes políticos.
Pero como Martin Luther King me quiero negar a creer que el banco de la justicia está en quiebra, y como él, yo también tengo un sueño: que, por fin, un presidente de un gobierno español tenga las agallas suficientes para poner fin al silencioso mercadeo de armas que convierte a nuestro país, nos guste o no, en un exportador de la muerte.
Muchas gracias.
segunda-feira, janeiro 26, 2009
quinta-feira, janeiro 15, 2009
Fragmentos, 3
Se fechasse os olhos quase conseguiria sentir o Douro, como daquela vez em que nenhum oceano impediu o rio de lhe cantar uma canção de amor ao ouvido.
Foto: Pittsburgh, Janeiro 2009
quarta-feira, janeiro 14, 2009
Kate Winslet Best Actress Drama
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Discurso Perante a Real Academia Sueca
segunda-feira, dezembro 29, 2008
sábado, dezembro 20, 2008
Encantadora
"Uma Avó é uma mulher que não tem filhos, por isso gosta dos filhos dos outros. As Avós nao têm nada para fazer, é só estarem ali. Quando nos levam a passear, andam devagar e não pisam as flores bonitas nem as lagartas. Nunca dizem "Despacha-te!". Normalmente são gordas, mas mesmo assim conseguem apertar-nos os sapatos.Sabem sempre que a gente quer mais uma fatia de bolo ou uma fatia maior. As Avós usam óculos e às vezes até conseguem tirar os dentes.Quando nos contam historias, nunca saltam bocados e nunca se importam de contar a mesma história várias vezes.As Avós são as únicas pessoas grandes que têm sempre tempo. Não são tão fracas como dizem, apesar de morrerem mais vezes do que nós.Toda a gente deve fazer o possível por ter uma Avó, sobretudo se não tiver Televisão".
domingo, dezembro 14, 2008
terça-feira, dezembro 09, 2008
Postal dos Correios
Postal do Correios
Rio Grande(Rui Veloso, João Gil, Jorge Palma, Vitorino, Quim)
Querida mãe, querido pai, então que tal?
Nós andamos do jeito que Deus quer
Entre dias que passam menos mal
Lá vem um que nos dá mais que fazer
Mas falemos de coisas bem melhores:
A Laurinda faz vestidos por medida
O rapaz estuda nos computadores
Dizem que é um emprego com saída
Cá chegou direitinha a encomenda
Pelo "expresso" que parou na Piedade
Pão de trigo e linguiça p'ra merenda
Sempre dá para enganar a saudade
Espero que não demorem a mandar
Novidades na volta do correio
A ribeira corre bem ou vai secar?
Como estão as oliveiras de "candeio"?
Já não tenho mais assunto p’ra escrever
Cumprimentos ao nosso pessoal
Um abraço deste que tanto vos quer
Sou capaz de ir aí pelo Natal.
Um abraço deste que tanto vos quer
Sou capaz de ir aí pelo Natal.
sexta-feira, dezembro 05, 2008
Muda de Vida
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens... que ser assim
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será te ti ou pensas que tens... que ser assim
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
António Variações/Humanos
terça-feira, novembro 25, 2008
segunda-feira, novembro 17, 2008
16 de Novembro de 2008
Dizem-me que as entrevistas valeram a pena. Eu, como de costume, duvido, talvez porque já esteja cansado de me ouvir. O que para outros ainda lhes poderá parecer novidade, tornou-se para mim, com o decorrer do tempo, em caldo requentado. Ou pior, amarga-me a boca a certeza de que umas quantas coisas sensatas que tenha dito durante a vida não terão, no fim de contas, nenhuma importância. E porque haveriam de tê-la? Que significado terá o zumbido das abelhas no interior da colmeia? Serve-lhes para se comunicarem umas com as outras? Ou é um simples efeito da natureza, a mera consequência de estar vivo, sem prévia consciência nem intenção, como uma macieira dá maçãs sem ter que preocupar-se se alguém virá ou não comê-las? E nós? Falamos pela mesma razão que transpiramos? Apenas porque sim? O suor evapora-se, lava-se, desaparece, mais tarde ou mais cedo chegará às nuvens. E as palavras? Aonde vão? Quantas permanecem? Por quanto tempo? E, finalmente, para quê? São perguntas ociosas, bem o sei, próprias de quem cumpre 86 anos. Ou talvez não tão ociosas assim se penso que meu avô Jerónimo, nas suas últimas horas, se foi despedir das árvores que havia plantado, abraçando-as e chorando porque sabia que não voltaria a vê-las. A lição é boa. Abraço-me pois às palavras que escrevi, desejo-lhes longa vida e recomeço a escrita no ponto em que tinha parado. Não há outra resposta.
domingo, novembro 16, 2008
Sonhos
Obscuro, procuro a voz da estrela
Norte enquanto tu lês
Homero e decoras versos da
Odisseia e gestos de herói.
Só a pronúncia estraga o teu disfarce.
Sandra Cardoso
quarta-feira, novembro 12, 2008
quarta-feira, novembro 05, 2008
terça-feira, novembro 04, 2008
quarta-feira, outubro 15, 2008
saudade, 2
quarta-feira, outubro 08, 2008
segunda-feira, outubro 06, 2008
sexta-feira, outubro 03, 2008
quarta-feira, outubro 01, 2008
Crepúsculo
quarta-feira, setembro 03, 2008
domingo, junho 01, 2008
Palavrear
Já pensava
que o vento parara
eis que surge
a palavra
quente e doce
memória de
dias anteriores ao de hoje
Se ao menos eu não soubesse ler!
E fujo
do que ela sussurra
fujo
para me segurar a mim
Mas o aroma a azul,
o sabor a verde
(malditos sentidos)
soltam-se da palavra
e atam-me as mãos.
Caio.
Depois
um pássaro
leve como a água
lembra-me que o sol
também nasce no Ocidente
segunda-feira, abril 14, 2008
quinta-feira, abril 03, 2008
domingo, março 30, 2008
Leituras, II
A mãe bem o avisara que não olhasse para trás, perdia-se muito tempo e não via o que estava à frente. Mas aquela mania de dizer adeus aos amigos, sempre que partia para uma nova cidade, crescera com ele ... e não o abandonaria nunca. Ele sabia que a distância não era inimiga da amizade verdadeira.
A chave
Hoje passei a olhar para as chaves com outros olhos. Instintivamente, peguei novamente na chave do meu blogue e abri a porta. A princípio assustei-me ... a escuridão era tanta, quase me arrependi ... mas após um telefonema para a edp fez-se luz ... Sejam bem-vindos!
quarta-feira, outubro 31, 2007
L'amour devant la mer
quarta-feira, outubro 17, 2007
Até ao Fim
sexta-feira, setembro 28, 2007
terça-feira, setembro 18, 2007
domingo, agosto 26, 2007
terça-feira, agosto 14, 2007
Diálogos soltos, 11
-Não sei... há tantos...os outros podem...
- Enganas-te ... há só um ... o do coração ... os outros levar-te-iam para longe de ti.
Sandra Cardoso
domingo, agosto 05, 2007
Leituras
terça-feira, julho 17, 2007
Fragmentos, 2
Era um tempo em que não havia tempo. Eu vivia tardes soalheiras num jardim recortado de sonhos, onde criava a minha história com múltiplas personagens imaginárias… sozinha, perdida entre flores, pássaros, formigas…havia também o baloiço, na roda que puxara a água e que ainda rodava, esquecida do tempo…
O meu tempo era o tempo que a formiga levava a percorrer a minha mão e a subir os dedos que lhe apareciam pela frente. Sem nunca contornar os obstáculos…enfrentava-os…Terá começado aí a minha mania de filosofar (ou será que já nascemos assim?)… A formiga, frágil ser em meu poder, não desistia.
Tenho a certeza hoje da importância dessa aprendizagem na minha vida, da importância de ter vivido essas tardes sozinha, mas não solitária, da importância da natureza, do silêncio…e do tempo para pensar.
Mas que fazemos nós, agora, aos nossos filhos? Roubamos-lhes o tempo…queremos que estejam ocupados, inscritos em actividades em todos os dias das férias e até nos esquecemos de que precisam de tempo…para crescer.
Sandra Cardoso
segunda-feira, julho 09, 2007
que me nomeou no dia 13 de Junho com um

logo eu que estava aqui tão quietinha no meu cantinho, sem me mexer muito para ninguém dar por mim … mas o João insistiu …Demorei bastante…falta de tempo ... mas aqui vão as nomeações
o blog do Alberto http://www.papeldefantasia.blogspot.com/
o blog da Licínia, http://www.sitiopoema.blogspot.com/
o blog da Dulce, http://www.paralemdemim.blogspot.com/
o blog do Manuel, http://www.de-proposito.blogspot.com/
o blog da Whisper e da Aspirante, http://www.cinefilos-anonimos.blogspot.com/
Como vês, João, não quebrei a corrente, mas suspeito que as minhas nomeações não venham a contribuir para novos encadeamentos, pois já quase todos estes blogs foram nomeados.
Beijinho e obrigada, João, pela tua presença!


























